Técnica fotografia digital e montagem no Photoshop CS2 Materiais alimentos variados
Numa pacata e simpática aldeia repleta de modestas casinhas e pessoas humildes vivia um rapaz chamado João Pimentão. Contudo, ele era por todos conhecido como o Menino Mau, pois adorava fazer traquinices e não se importava nada com as consequências dos seus actos.
Este difícil rapaz adorava atormentar os outros e quando era visto sozinho a ostentar um grande sorriso todos os habitantes da aldeia sabiam que ele estava a magicar novas diabruras.
Uma das traquinices favoritas do Menino Mau consistia em seguir a sua tia batata, a Dona Tuberculina, e vê-la corar quando a chamava de gorda.
O menino Mau adorava colocar porcarias na comida dos outros meninos na escola, para depois os ver muito aflitos a vomitar no recreio. O Roberto Laranjinha era uma das suas vitimas de eleição pois era um dos que mais vomitava.
Nada dava mais prazer ao menino Mau do que esconder-se no recreio e depois saltar de repente enquanto fazia um grande e assustador: -BUUUUUU....-que fazia com que todas as criancinhas mais novas fugissem assustadas.
Certo dia o menino Mau foi encontrado debaixo de uma árvore. Na aldeia ninguém fez perguntas e todos viveram felizes para sempre.
A breve e triste história do menino mau versão em desenho Estudos Técnica desenho Materiais marcador pret0 Dimensões 21cm/ 29,7cm A breve e triste história do menino mau versão em desenho Técnica desenho e pintura a tinta da china Materiais apáro, pincel, tinta-da-china
Dimensões 29,7cm/42m
Técnica desenho Materiais lápis de aguarela Dimensões 21cm x 29,7cm 2009 MI 08/09
Nesta nova versão do conto de Hans Christian Andersen, intitulado A menina dos sapatos vermelhos, o meu principal objectivo foi explorar as qualidades da linha. Ou seja, a descoberta de novas linguagens que atribuíssem à história um carácter próprio e diferente daquilo que tenho vindo a realizar. Assim, explorei o modo como várias linhas sobrepostas acabam por gerar o efeito da mancha e como a indicação de espaço pode ser criada com a simples colocação de uma linha de horizonte, na qual assentam as personagens. No caso da protagonista, a pequena menina, os seus pés só se inserem na linha do chão, quando esta não se encontra com os sapatos vermelhos calçados. Deste modo pretendia dar um maior ênfase ao efeito avassalador que estes pequenos sapatinhos provocam na rapariga a partir do momento em que ela os calça. Ou seja, de modo a criar a ideia que a menina se encontra a dançar de forma realmente descontrolada e contra a sua vontade, os seus pés só tocam ao de leve na linha do chão. As restantes personagens encontram-se de tal modo em contacto com a linha do chão que parecem erguer-se da mesma, como se brotassem do chão. Aqui apresento apenas alguns dos momentos cruciais da história.
A menina faz um par de sapatos a partir de alguns remendos.
Após calçar os sapatos a menina perde o controlo das suas pernas e dança desenfreadamente, chegando mesmo a atingir a velhota com uns valentes pontapés.
A menina observa avidamente os sapatos que foram guardados no cimo do armário.
A menina faz uma grande birra.
A menina dança por entre as árvores na floresta sombria.
Um anjo desce dos céus e avisa a menina que deve continuar a dançar, e servir de exemplo para todas as crianças que tal como ela, desobedecem aos adultos.
A menina vê-se obrigada a pedir ajuda ao lenhador da aldeia que, com o seu machado, lhe corta as pernas libertando-a da sua maldição. No final a menina ganha um par de novas pernas feitas em madeira e aprende a não desobedecer aos adultos e a não ser tão vaidosa.